Para muitos, Peter Pan é um conto infantil, Mas dentro da minha história de vida Eu tenho o meu Peter Pan.
Ele foi um rapaz, Que mesmo homem feito, E com filhos ao peito, Sempre nos alegrou, Fez sorrir, E muitas histórias de vida nos contou. Com ele não havia tristeza, E havia sempre algo que nos fazia rir. “Se não fosse eu ninguém se ria” Ele alegrava toda a mesa E dele muitos se lembraram com muita alegria E com um sorriso no rosto.
Meu pai, meu Peter Pan. Sonhavas voar todas as noites, Um dia fostes, Mas é certo que quem te conheceu, Não te deixou partir E agarrou as memórias De quem sempre nos fez sorrir.
É tão bom Rodearmo-nos de coisas simples, Dar valor ao que não tem preço, Ter apreço Por alguém com os mesmos valores nós E assim não nos sentimos sós.
Que bom Não ter problema em as mãos ou pés sujar Para colher um fruto colher Para comer.
Andar de calças arregaçadas A passear na berma da água da praia, E com uma boa companhia Para descontrair, Descomprimir, Relaxar Sorrir e conversar… E do stress fugir.
Sair com a família E ou amigos, Beber um copo e brindar, À amizade E à alegria.
Porque é normal às vezes nos sentimos sós, Mas temos de aproveitar Os momentos em grupo Para essa energia absorver E boas memórias reviver.
Procura quem partilhe da mesma simplicidade, Dá mesma honestidade, Do mesmo respeito, Dos mesmos valores que carregas ao peito Com orgulho, Junta essas pessoas num mergulho E que amizade dure pela eternidade.
Bela noite, Que o verão me trouxe, E um cheirinho de uma qualquer árvore Que no meu caminho de cruzou, Passei e boas memórias me trouxe Do tempo que já se passou.
Bela noite quente, Que por ti me fizeste caminhar, Não o fiz sozinha, Mas também, Só preciso das minhas pernas para andar.
Numa bela noite quente, O tempo voou, Mantendo a cabeça ocupada, E por muito que tenha feito, Sei que irei andar sempre apressada, Há sempre coisas que poderíamos fazer Ir por prioridades é o mais certo podes crer.
Bela noite quente, Que mesmo sem tempo lá fui eu, E agora que vi as horas que passaram Me apercebi que os minutos voaram, E tenho de me despachar, Para amanhã bem acordar.
Tão bom que é ver a casa cheia, Barulho na mesa, Numa alegria Colorida, Na mesa e ao seu redor.
Pode ser confuso, Mas esta confusão É saudável, Saudável que baste. Pois a presença de quem gostamos, Dá uma nova vida ao coração E é tão bom o tempo que juntos passamos.
São livros, brinquedos e tanta correria, Quero aproveitar cada instante Porque passa a correr, Por mais que o tempo queira parar, Vou na minha memória Cada momento gravar Para nada perder.
O medo faz parte da vida, Encara-o como um desafio, Há quem tenha a vida por um fio E contínua batalhando, Umas vezes cai, Outras continua andando.
Tenho medo e depois? Das quedas somo lições, E a cada passo somo vitórias. Há que não ter medo das emoções, Elas fazem parte das nossas memórias Das nossas glórias E derrotas.
O mais importante do medo É o depois, Pois Depende de ti Se ele te vai impedir Ou se mesmo com ele vais seguir.
É sempre tua a decisão O medo pode servir apenas de companhia, E lá mais para frente segues dizendo, “O medo foi comigo no início, Mas sumiu e eu fui seguindo”, Talvez tenha sido por ter ganho em teimosia.
Oh cravo, Que com um simples gesto, Cravaste uma data. Oh cravo, Que diferentes memórias E significados Tens para diferentes seres.
Oh cravo Que és símbolo de mudança, Que tudo o hoje temos A esse dia o devemos.
Oh cravo Que em Portugal, Tanto mudaste, E que tantas vidas, Cá dentro e lá fora, Alteraste. Foi tanto sofrimento No antes e no depois, Mas que não seja em vão, A bravura na altura demonstrada E a coragem de cada um dos que deram voz Tinham no coração.
Oh cravo, Símbolo da voz do povo, Da vontade do povo, Que com o cravo numa mão E com cravos de trabalho noutra, Soubemos dizer não. E tudo o que hoje temos, A esse dia o devemos.
Oh cravo, Que não sejas esquecido, E levado mais além. Que no futuro haja um povo mais unido, Protegido, Que aquilo que chamam “Poder” Seja bem atribuído.
Oh cravo, Para muitos tens significado, Para esses és símbolo de um dia Para sempre lembrado Com muitos nervos, Esperança E alegria. Para outros tantos és feriado, Que mesmo para esses, Que desse dia nada têm lembrança, Que tenham o conhecimento, Que honrem o dia, Vivendo o dia-a-dia Com esperança E harmonia. Que a dor passada, Seja lembrada. Que a liberdade Seja honrada, E valorizada.
Oh cravo, Que mostras hoje Que o político tem palco, Mas o povo é plateia, Que não se deixa prender na teia, E junto fala mais alto. Que não se quebre esta a corrente, E que o valor humano Esteja sempre presente.
Oh chocolate… Pedacinho de alegria, Por mais que a alguns Dês alergia, Para muitos, É um pecado guloso De tão gostoso.
Oh chocolate… Tanto desejo dás à gente Que torna o corpo tão quente Quando na boca derretes.
Oh chocolate quente… Com os meus sentidos mexes. Já ouço o rapaz Que o meu pedido traz. Meu olfato o presegue, Meus olhos o prendem, Meu tato o agarra E o meu paladar o prova.
Oh chocolate… Que puxas pecado. Pouco importa Se é muito, Ou só um bocado O gosto fica aguçado.
Que saborosa relação, Que tantas emoções trazes, Que memórias me dás.. E só de falar de ti, A tua falta ja senti.
Oh chocolate… Oh chocolatinho, O que me deu Só de provar um bocadinho.
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